Indústria brasileira exporta ossos de poliuretano para árabes

15 06 2014

Nacional Ossos, de Jaú, tem clientes nos Emirados e Arábia Saudita. Produtos são feitos em poliuretano para fins didáticos no estudo da Medicina, Odontologia e Veterinária.

Silva e Franceschi: sócios na empresa (Divulgação)

Silva e Franceschi: sócios na empresa (Divulgação)

A Nacional Ossos, fábrica de ossos sintéticos da cidade paulista de Jaú, exporta para Emirados Árabes Unidos e Arábia Saudita e pretende entrar em novos mercados no mundo árabe. Já há contatos promissores para negócios com Jordânia e Líbano. “O mercado lá é gigante, a gente está só começando”, afirma um dos sócios, Paulo Costa e Silva Filho.

Os produtos são usados para fins didáticos no ensino de Medicina, Veterinária e Odontologia. Eles são feitos em poliuretano, imitando o osso natural humano ou animal. Com eles, estudantes treinam cirurgias, colocação de próteses, intervenções odontológicas, colocação de implantes dentários, entre outros procedimentos.

A Nacional Ossos pretende aumentar em 50% as suas exportações neste ano e conta com mais vendas ao mercado árabe para isso. Atualmente, o país que mais compra da indústria brasileira é a Alemanha. No total, porém, são 35 nações que recebem os produtos da companhia.

Atualmente a Nacional Ossos fabrica cinco mil peças ao mês em sua unidade fabril em Jaú. As exportações absorvem entre 20% e 25% disto. As vendas ao mercado internacional ocorrem de forma esporádica desde os primeiros anos da empresa, mas se intensificaram nos últimos dois anos, segundo Costa e Silva. No começo eram vendas principalmente de varejo, relata o empresário, para pessoas que usavam para o seu próprio treinamento.

Para estudo do corpo humano, a empresa fabrica todo tipo de ossos


REFERÊNCIA
DANIEL, Isaura. Indústria exporta ossos artificiais para árabes. Disponível em: <www.anba.com.br> Acesso: 15 Jun 2014.

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Sankonfort Colchões e Sanko Espumas participam da Movinter

14 06 2014

Às vésperas de completar 37 anos de mercado o grupo Sanko, tem orgulho em dizer que a Sanko Espumas foi a primeira empresa fabricante de espumas de poliuretano do Brasil a receber o certificado ISO 9001, ISO/TS 16949 e ISO 14000.

De acordo com o gerente comercial, Roberto Mauro Guimarães, a Sankonfort Colchões e Sanko Espumas irão participar pela 3ª vez da MOVINTER – FEIRA DE MÓVEIS DO ESTADO DE SÃO PAULO – que acontece entre os dias 21 a 24 de julho de 2014, na cidade de Mirassol.

Movinter

Movinter

Estamos bastante otimistas. A MOVINTER é uma feira de negócios, está bem localizada e trouxe excelentes resultados para nossa empresa nas edições passada. Por isso não podemos ficar de fora”.

Serão apresentadas novidades em produtos de espumas e colchões.

Com um dos mais bem equipados laboratórios da América Latina, dedicado exclusivamente na avaliação e produção de todas as matérias primas utilizadas, a indústria tem um mix de 250 tipos diferentes de Espumas de Poliuretano.

O grupo Sanko está instalado em Diadema, São Paulo e atualmente, conta com duas unidades produtivas – em sua matriz com 56 mil m² – são utilizados equipamentos de última geração e matéria prima de qualidade. A Sankonfort com uma planta de 14 mil m² está a sua área produtiva de colchões.


REFERÊNCIA
PORTAL MOVELEIRO. Sankonfort Colchões e Sanko Espumas participam pela 3ª vez da Movinter. Disponível em: <portalmoveleiro.com.br> Acesso: 14 Jun 2014.





Portugal conquista o mundo com ‘colchão do futuro’

14 06 2014

Uma empresa portuguesa está a conquistar o interesse de alguns dos principais mercados internacionais com um produto inédito e 100% nacional. A mesma consiste num colchão “totalmente manufaturado e personalizado” com lençóis incorporados, que visa elevar o objeto sobre o qual dormimos ao estatuto de peça de decoração e design.

Persono

Persono

A ideia é da empresa portuguesa Persono e foi apresentada ao público na feira internacional Maison et Objet 2014, em França. Pelo nome ‘Glamour Built-in Sheet‘, o inovador colchão conta com uma capa de proteção e lençol de baixo, cuja ligação impede com que estes fiquem com as habituais rugas e acabem por sair do sítio.

Além disso, como explica em comunicado, o produto é revestido por veludos acolchoados, com propriedades retardantes de chama, contando ainda com quatro bolsos com fechos Swarovski Elements para guardar objetos pessoais.

A inovação surgiu em sequência das afirmações dos consumidores, para quem os “colchões da Persono eram tão belos que era uma pena ficarem escondidos pelos lençóis”. Depois de alguma investigação e trabalho, a marca idealizou um produto que aliasse também esta exigência visual. O resultado foi um colchão que “parece ser coisa do futuro ou ideia de outros”, mas que, na verdade, é 100% português.


REFERÊNCIA
BOAS NOTÍCIAS. Portugal conquista o mundo com ‘colchão do futuro’. Disponível em: <boasnoticias.pt> Acesso: 14 Jun 2014.





Evonik amplia Centro Técnico de Poliuretanos em Americana (SP)

20 01 2013

REFERÊNCIA

BLOG DO PLÁSTICO. Evonik amplia Centro Técnico de Poliuretanos em Americana (SP). Disponível em: <http://blogdoplastico.wordpress.com> Acesso: 19 Jan 2013.


A Evonik, uma das líderes mundiais em especialidades químicas, realizou importantes investimentos no Centro Técnico de Poliuretanos América do Sul, localizado em Americana (SP), que beneficiarão, em especial, os fabricantes de espumas para a produção de colchões.

Diante das novas exigências das normas ABNT NBR 13579-1 e ABNT NBR 13579-2, referentes à fabricação de colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano, que entrarão em vigor a partir de agosto de 2013, o setor tem agora, à disposição, uma estrutura tecnológica e profissional completa, como apoio às atuais necessidades dos espumadores.

Direcionado aos clientes da região sul-americana, o Centro Técnico de Poliuretanos dobrou de tamanho e ganhou dois novos equipamentos de 1m³, nos formatos quadrado e cilíndrico, que possibilitam a reprodução fiel do processo de produção das espumas e a identificação da melhor formulação para atingir os quesitos das novas normas, além de facilitar a amostragem de espumas para os testes com alta qualidade.

As instalações estão disponíveis para toda a indústria do poliuretano, sejam clientes, distribuidores, fabricantes de matérias-primas, de máquinas e demais parceiros da Evonik. “Os clientes da empresa passam a dispor de uma planta piloto para os seus desenvolvimentos, que permite obter resultados melhores a um menor custo e em menos tempo”, afirma Roberto Luiz, Gerente de Poliuretanos da Evonik.

Serviços técnicos completos

O Centro Técnico de Poliuretanos América do Sul possui, entre suas funções, avaliar e sugerir aplicações dos produtos oferecidos pela Evonik. Para isso, realiza estudos e comparativos de formulações, exclusivos para cada cliente, que levam ao aperfeiçoamento de produtos voltados ao segmento de espumas flexíveis, utilizadas em móveis e colchões. Os profissionais do laboratório participam dos projetos da matriz, na Alemanha, e atendem a clientes da América do Sul e América Central, além de oferecer suporte a projetos globais da empresa.

Entre os serviços oferecidos estão treinamentos, projetos personalizados, reprodução de processos produtivos, soluções de problemas, avaliação de propriedades físicas, suporte de infraestrutura para laboratórios e relatórios técnicos profissionais. Desta forma, os clientes da Evonik podem contar com equipes treinadas, melhor relação custo/benefício de seus produtos, redução de perdas e de custos e mais eficiência em testes e processos.





Plumatex recebe água no lugar de TDI vindo da China

2 07 2012

REFERÊNCIA

G1.GLOBO.COM. Empresa recebe água no lugar de produto químico vindo da China. Disponível em:<http://g1.globo.com/jornal-hoje> Acesso: 01 Jul 2012.


Localizada no interior de Goiás, a empresa pagou R$ 3 milhões para receber um carregamento de TDI, matéria-prima usada para produzir espuma de colchão. Quando recebeu a encomenda, havia água nos tonéis.

Um carregamento de 500 toneladas de TDI, matéria-prima usada para produzir espuma de colchão, saiu da China em direção ao Brasil. Parte dele chegou a uma indústria de Anápolis, interior de Goiás, mas a mercadoria contida nos contêineres não era a esperada, e sim água.

Os funcionários desconfiaram da aparência dos tambores que estavam amassados e sem etiquetas de identificação. Também estranharam o peso da mercadoria, que estava mais leve que o normal. De acordo com a fábrica brasileira, o valor do produto – cerca de R$ 3 milhões – já foi pago à vista. “Tentamos utilizar o produto, mas ele não reagiu”, afirma Rodrigo Melo, diretor executivo da indústria.

A direção da indústria já comunicou o problema à Câmara de Comércio Brasil e China e à embaixada do governo chinês em Brasília. “O produto veio com certificado de análise, só que quando chegou aqui e verificamos que não era TDI, descobrimos que essa análise também era falsa”, explica o despachante aduaneiro, Roosewelt Veloso.

O carregamento vai ficar parado no Brasil até o desfecho do caso. A empresa só vê duas saídas para o problema: receber um novo carregamento com o produto verdadeiro ou receber de volta todo o dinheiro da mercadoria, que já foi totalmente paga. “Estamos buscando uma resolução amigável nas vias diplomáticas comerciais. Se não for possível, vamos acionar a Justiça da China tentando recuperar esse montante”, disse o advogado Sandro Waldec.





Dow anuncia fechamento de sua planta de TDI em Camaçari, no Brasil

7 04 2012

REFERÊNCIA

BLOG DO PLÁSTICO. Dow anuncia fechamento de sua planta de TDI em Camaçari, no Brasil. Disponível em:<http://blogdoplastico.wordpress.com> Acesso: 06 Abr 2012.

Via: http://www.dow.com/brasil/la/bra/pt/news/2012/20120402a.htm


A Dow Chemical Company anunciou que está implementando reduções de custos em linha com o seu compromisso de gerenciar ativamente seu portfólio e em resposta à fragilidade contínua da economia europeia.

Entre as medidas estão o fechamento de determinadas unidades fabris na Europa, América do Norte e América Latina, assim como o cancelamento de uma seleção de projetos de capital e a implementação de reduções da força de trabalho, como parte dos esforços da Companhia de redução de custos, anunciados anteriormente, e de seu programa de Eficiência para o Crescimento, iniciado em 2011.

A Dow Brasil, uma subsidiária da The Dow Chemical Company, fechará a sua planta de tolueno diisocianato (TDI) em Camaçari, estado da Bahia, no Brasil. Essa decisão é o resultado de extensa avaliação da competitividade de longo prazo da fábrica e está alinhada às metas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança (EH&S) da Dow. A decisão de fechar a fábrica foi muito difícil, dado o forte compromisso da Dow com a indústria de poliuretanos e com os mercados atendidos pelo produto TDI no Brasil e na América Latina.

Como parte das metas de Meio Ambiente, Saúde e Segurança (EH&S) da Dow, a Companhia elevou os padrões de segurança das suas operações ao redor do mundo. Nessa direção, fez investimentos significativos na fábrica de TDI de Camaçari para aumentar a segurança da planta. Uma recente Análise Quantitativa de Risco (AQR) confirmou que a planta de TDI de Camaçari atende aos requisitos legais brasileiros. Contudo, seriam necessários investimentos adicionais significativos para que a planta fosse operada em conformidade com os elevados padrões de EH&S da Dow.

A planta não tem sido lucrativa nos últimos anos e os investimentos adicionais requeridos tornariam a operação economicamente inviável. Finalmente, durante o período necessário para a implementação de novos investimentos, a operação da planta teria um nível de risco indesejado e elevado de EH&S. Consequentemente, em linha com os nossos valores essenciais, a Dow decidiu não reiniciar a planta e fechá-la permanentemente.

Desde outubro de 2011, a planta está parada para a manutenção programada, tempo em que a Dow conduziu uma análise minuciosa de todas as opções estratégicas. “A Dow está totalmente comprometida a trabalhar junto com os clientes e outros stakeholders em uma transição que minimize o impacto da decisão e cumpra as obrigações contratuais”, afirmou Fernando Rodriguez, diretor geral de Termofixos para a América Latina.

Os 123 funcionários da unidade foram notificados da decisão. A Dow Brasil está trabalhando nos esforços para minimizar o impacto aos funcionários, o que inclui realocação para outras unidades, pacote de benefícios e serviços de recolocação em outras empresas (outplacement).

O compromisso da Dow com a indústria de poliuretano

A Dow é líder na produção global de óxido de propileno, propileno glicol e polióis poliéteres, com um legado de mais de 60 anos na química de poliuretanos, integração reversa para matérias-primas, inovação, assim como expertise de gerenciamento de produtos e processos.

“Na indústria de poliuretano no Brasil, manteremos o foco estratégico nas áreas de óxido de propileno e derivados, como polióis poliéteres e propileno glicol, além de continuar a executar a nossa operação de poliol em Guarujá, São Paulo, e propileno glicol, em Aratu, Bahia, mantendo a nossa posição de produtores líderes de polióis poliéteres no mundo e o maior produtor na região da América do Sul”, continuou Rodriguez.

Compromisso da Dow com o Brasil

A Dow reitera seu compromisso de longo prazo com o Brasil, atendendo distintos mercados por meio de suas 15 unidades fabris (as maiores delas localizadas em Aratu, estado da Bahia, e Guarujá, estado de São Paulo), cinco centros de pesquisa (dois deles abertos em 2011) e dois escritórios, em São Paulo e o recém-aberto no Rio de Janeiro. Só em 2011, a Dow criou mais de 200 novos empregos no Brasil, aumentando sua força de trabalho em 10%.

Também em 2011, a Dow anunciou um acordo de joint venture com a Mitsui & Co. para construir a maior unidade integrada do mundo para a produção de biopolímeros feitos de etanol derivado de cana-de-açúcar renovável. Esse é o maior investimento da Dow no Brasil em mais de 50 anos de operação no país. O projeto alinha-se com a meta da Dow de desenvolver soluções de baixo carbono para atender aos urgentes desafios mundiais de energia e mudança climática. Os biopolímeros produzidos nessa unidade serão uma alternativa verde e um substituto para as embalagens flexíveis de alto desempenho, mercados médicos e de higiene, oferecendo aos clientes os mesmos atributos de desempenho com um perfil ambiental mais sustentável.

Sobre a Dow Poliuretanos

A Dow é a maior produtora mundial de óxido de propileno (PO), propileno glicol (PG) e polióis poliéteres, bem como uma das principais produtoras de isocianatos aromáticos de qualidade, como o MDI. Os produtos de poliuretano da Dow aprimoram uma ampla variedade de aplicações, incluindo construção, aplicações automotivas, moveleiras, roupas de cama, eletrodomésticos, moldagem decorativa, equipamentos atléticos, entre outras. O negócio oferece ingredientes, sistemas e soluções importantes para espumas rígidas, semirrígidas e flexíveis, adesivos, selantes, revestimentos, elastômeros e ligantes. A Tecnologia PASCAL™ exemplifica a iniciativa contínua da Dow de liderar a indústria no fornecimento de produtos de alto desempenho que atendam às necessidades mais críticas dos consumidores.





BASF investirá ainda mais no negócio de poliuretanos do Brasil

15 10 2011

REFERÊNCIA:
BASF. BASF investirá ainda mais no negócio de poliuretanos do Brasil. Disponível em: <http://www.basf.com.br>. Acesso: 15 Out 2011


Investimentos no negócio de poliuretanos e especialidades irão fortalecer a posição de mercado
A localidade Mauá será integrada nas localidades Demarchi e Guaratinguetá da BASF

A BASF anunciou hoje que investirá para expandir seus negócios de sistemas de poliuretanos (PU) e especialidades no Brasil. As fábricas de sistemas de PU, polióis, TPU (poliuretano termoplástico) e Cellasto® serão expandidas e consolidadas no Complexo Químico da BASF, em Guaratinguetá. Além disso, um novo centro de desenvolvimento e serviços técnicos será inaugurado na localidade Demarchi, em São Bernardo do Campo, para criar uma estrutura que dê suporte aos clientes e às atividades de desenvolvimento do mercado. Devido a restrições de espaço físico, esta expansão não poderá ser realizada na localidade de Mauá.

“Com este investimento, a BASF vai assegurar o futuro do negócio de poliuretanos na América do Sul. Além disso, também destaca nossa posição como líderes no mercado global de poliuretanos”, afirma Wayne T. Smith, Presidente Global da Divisão de Poliuretanos da BASF. “Iremos nos posicionar de forma a atender aos clientes do mercado de poliuretanos da melhor forma possível, ajudando-os a atingir ainda mais o sucesso.”

Anton Traunfellner, Diretor do Negócio de Poliuretanos da BASF para a América do Sul, complementa: “queremos que nosso negócio cresça de forma rentável e utilizaremos as estruturas existentes nas localidades Demarchi e Guaratinguetá, que oferecem benefícios excelentes de logística e Verbund. Como consequência, poderemos oferecer ótimos serviços de desenvolvimento e mais qualidade de produtos aos nossos clientes”. O mercado brasileiro de poliuretanos é direcionado, principalmente, pelas indústrias de móveis, calçados, aplicações e transporte.

Sob a marca Cellasto®, a BASF desenvolve, produz e distribui componentes de elastômeros de poliuretano microcelular que aumentam o conforto ao dirigir automóveis na forma de batentes de amortecimento. A BASF é a líder mundial no fornecimento de componentes de PU microcelular. Cellasto® está dentro de um em cada dois carros fabricados no mundo. Nove entre dez montadoras utilizam os batentes de suspensão da BASF.

O TPU da BASF é comercializado sob a marca Elastollan®, um elastômero de poliuretano termoplástico com ótimo potencial de inovação. Em desenvolvimento constante e adaptado às necessidades do mercado, Elastollan® se estabeleceu muito bem como um material com talentos múltiplos para diversos nichos da indústria.