A química por trás da Copa do Mundo

15 06 2014

Bayer MaterialScience traz tecnologia e inovação para bolas, roupas, chuteiras e estádios

São Paulo, 11 de junho de 2014 – Quando as pessoas pensam em um grande evento de futebol, as primeiras coisas que vêm à cabeça são jogadores, bola, gols, estádio e comemoração. Ninguém imagina que por trás de tudo isso, está a química. Ela é essencial para que tudo funcione: desde a tecnologia de fabricação da bola até a cobertura de estádios. E é desta forma que a Bayer MaterialScience, divisão de Materiais Inovadores do Grupo Bayer, está presente nestes eventos esportivos.

Poliuretano na Brazuca

O poliuretano fabricado pela companhia, por exemplo, foi utilizado na bola oficial “Brazuca”. Este material promove a absorção de água, preservação de tamanho e de formato, melhor aderência, além de tornar a trajetória da bola mais precisa. A boa forma da Brazuca deve-se em parte ao know-how e à série de materiais de especialidade da Bayer MaterialScience.

A cobertura da bola é feita de cinco camadas de poliuretano, e esta é a razão pela qual consegue retomar sua forma original após um chute, além de tornar sua superfície durável e elástica.

Alta performance para segunda pele e chuteiras

Muitos jogadores usam um tipo especial de roupa de baixo com função de compressão que atua como se fosse uma segunda pele. As camisas e shorts agarram-se a ela, porém essa sensação não é perceptível. O truque são as fitas elásticas incorporadas nas vestimentas que têm um revestimento especial à base de matérias-primas da Bayer. Quando as fitas são esticadas, o material temporariamente armazena a energia, devolvendo-a ao atleta quando continuar a se mover.

As chuteiras também precisam ser leves e confortáveis. Atletas profissionais e amadores em todo o mundo preferem conforto e flexibilidade nos pés. Essas propriedades dependem basicamente do solado.

E é para isso que a Bayer MaterialScience trabalha. A companhia oferece solados fabricados com poliuretano termoplástico extremamente duráveis. Este material traz boa tração, o que distribui de forma ideal a pressão e o amortecimento nas articulações, ligamentos e músculos.

Do piso ao teto dos estádios de futebol

As soluções de materiais inteligentes da Bayer MaterialScience também contribuem para o conforto e segurança dos espectadores de grandes eventos esportivos, desde pisos até o teto.

Nos estádios foi instalado um sistema guia inovador no piso das áreas públicas. Esse tipo de piso auxilia as pessoas a caminharem sobre as guias mantendo sua localização. A Bayer MaterialScience desenvolveu uma solução de material para o piso à base do poliuretano termoplástico.

Outra tecnologia utilizada nestes eventos é o policarbonato. No Estádio Nacional de Brasília, o Makrolon UV 2099, da companhia, foi usado nos tetos solares, tornando-os leves, transparentes e versáteis.

É importante destacar que ambos os lados dessas placas oferecem proteção contra os raios UV. Os 12 mm de espessura permitem também alta incidência de luz no campo, em torno de 82%. Além disso, pelo alto grau de resistência, o produto protege os espectadores e jogadores das adversidades climáticas.

A Bayer e o futebol

A relação da companhia com o futebol já é antiga. No Brasil, desde 1993 existe em Belford Roxo (RJ), a Escola de Futebol da Bayer, que atende anualmente 250 crianças e jovens carentes de 11 a 19 anos. O principal objetivo do projeto é a educação. Para treinar, o atleta tem que comprovar frequência na escola e apresentar seu boletim periodicamente, mostrando que mantém suas notas acima da média.

Considerada uma das melhores da Baixada Fluminense, a Escola oferece um campo oficial e um campo de areia para os treinos, além de todo o material esportivo, oficina de Redação e Português como um reforço escolar para os atletas e aulas de Informática. Este ano a novidade é um time formado por mulheres com idade entre 16 e 20 anos. Desde a sua criação, a Escola já recebeu 18 mil inscrições para o projeto e formou mais de 2 mil atletas e cidadãos.

Sobre a Bayer MaterialScience

Com vendas de 11,2 bilhões de Euros em 2013, a Bayer MaterialScience está entre as maiores empresas de polímeros do mundo. Suas atividades de negócios são focadas na produção de materiais de alta tecnologia e no desenvolvimento de soluções inovadoras para produtos usados no dia a dia. Os principais segmentos atendidos são o automotivo, eletroeletrônicos, construção e as indústrias de lazer e esportes. No final de 2013, a Bayer MaterialScience tinha 30 fábricas, reunindo 14.300 colaboradores em todo o mundo. A Bayer MaterialScience é uma divisão de negócios do Grupo Bayer.


REFERÊNCIA
MARQUES, Fernanda. A química por trás do Mundial de Futebol. Disponível em: <www.jornaldiadia.com.br> Acesso: 15 Jun 2014.





César Cielo pede anulação de recordes conquistados com maiôs de poliuretano

18 09 2010

REFERÊNCIA:
TERRA ESPORTES. Cielo pede anulação de recordes conquistados com maiôs especiais. Disponível em <http://esportes.terra.com.br/noticias>. Acesso: 17 Set 2010


O campeão olímpico e mundial de natação César Cielo pediu que todos os recordes conquistados usando trajes de poliuretano sejam cancelados agora que o esporte retornou aos antigos trajes de tecido.

Cielo, que detém os recordes mundiais para os 50 metros e 100 metros livres (ambos conquistados com os maiôs especiais), disse que os tempos atingidos se tornaram irrelevantes, dado a decisão da Fina no ano passado de proibir trajes de poliuretano nas competições a partir do início deste ano.

Os tempos que fizemos no ano passado deveriam ser anulados“, disse Cielo a jornalistas depois de terminar em terceiro lugar na final masculina de 100 metros nado livre durante o Pan-Pacífico de Natação, na quinta-feira. “Está simplesmente bagunçando a cabeça de todo mundo.”

A decisão de proibir o uso de trajes tecnológicos de poliuretano foi feita pela entidade internacional que controla o esporte, depois de 43 recordes serem batidos no Mundial do ano passado por nadadores usando tais trajes de última geração.

Cielo conquistou todos os seus melhores tempos usando os maiôs de poliuretano que o ajudaram a reduzir a resistência da água e aumentar a flutuabilidade.

Ele bateu o recorde mundial de 100 metros, com 46,91 segundos, no Mundial do ano passado, em Roma, e conquistou o recorde dos 50 metros, com 20,91 segundos, em dezembro no Brasil.

Não vejo um motivo para manter um recorde mundial de 46,9 segundos se mal estamos batendo os 48 segundos”, disse Cielo. “O mais importante é vencer, não bater um recorde mundial.





Ferradura de poliuretano para cavalos no jockey clube pernambucano

23 05 2010

REFERÊNCIA:
DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Diario Esportivo. Disponível em: <http://www.diariodepernambuco.com.br>. Acesso em: 23 Maio 2010


Já estão sendo testadas no Jockey Club de Pernambuco as novas ferraduras de poliuretano, de fabricação alemã, que prometem trazer mais conforto e, consequentemente, menos traumas para os cavalos de corrida. Assim como acontece entre os humanos com os tênis apropriados para competições esportivas e caminhadas, as ferraduras de poliuretano têm a função de diminuir o impacto com o solo.





Federação Internacional de Natação autoriza maiôs de poliuretano

23 06 2009

PARIS, França (AFP) – A Federação Internacional de Natação (Fina) autorizou o uso de maiôs de poliuretano, inclusive o famoso Jaked 01, objeto de polêmica há vários meses, anunciou a entidade nesta segunda-feira ao publicar uma nova lista de trajes autorizados.

A lista é válida para a temporada 2009 e já será aplicada no Mundial de Roma (26 de julho a 2 de agosto).

O Jaked 01, ausente da lista publicada em 19 de maio, obteve desta vez o aval da Federação, à qual foi apresentado sem nenhuma modificação.

O equivalente de sua concorrente Arena, el X-Glide, também ausente da lista de maio, modificou seu modelo para introduzir faixas de tela que impedem que seja 100% de poliuretano e também foi aprovado pela Fina.

Para justificar a reintegração do poliuretano, a Fina argumentou que era difícil difícil estabelecer um teste de verificação de ‘air-trapping’ (surgimento de bolhas de ar).

A empresa Jaked, patrocinadora oficial da Federação Italiana que organiza o próximo Mundial, alega que o ‘air-trapping’ só pode ser levado em consideração em trajes estirados, ou seja, em uso, e a Fina realiza seus testes com maiôs isolados.

O Jaked 01, usado por nadadores que bateram recordes mundiais este ano, é um modelo fabricado em poliuretano, um material impermeável que favorece a flutuabilidade.

Em 1º de janeiro de 2010 entrará em vigor uma nova regulamentação que, a princípio, deve proibir o uso de poliuretano.

REFERÊNCIA
YAHOO NOTÍCIAS. Fina autoriza maiôs de poliuretano. Disponível em <http://br.noticias.yahoo.com>. Acesso: 23Jun2009





Selo comemorativo de poliuretano na Áustria lembra UEFA EURO 2008™

17 03 2008

O UEFA EURO 2008™ já ocupa o pensamento de muita gente na Europa, mas os austríacos poderão agora lembrar-se do evento cada vez que enviarem cartas pelos correios. A bola oficial a ser usada na Áustria e Suíça, em Junho, concebida pela adidas, está agora disponível numa versão de selo autocolante.

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Sensação filatélica
Foram feitas cerca de 490 mil cópias deste selos especiais que podem ser adquiridos na Áustria por 3,75 euros e em todos os postos de correios, bem como através da Internet. Esta edição especial, levada a cabo pelos Correios austríacos, é considerada pelos peritos uma sensação mundial filatélica.

“Selo sofisticado”
Não é apenas porque a bola, de 69 centímetros, foi encolhida até aos 36 milímetros, mas também porque o selo é feito do mesmo material que a bola do Campeonato da Europa, uma mistura sintética de poliuretano. “Em suma, o Europass é o nosso selo mais sofisticado a nível material e tipográfico“, afirmou o responsável pela filatelia dos Correios austríacos, Erich Haas.

REFERÊNCIA:
UEFA EURO 2008. A bola é selo na Áustria. Disponível em: <http://pt.euro2008.uefa.com>. Acesso em: 13 Mar 2008





Poliuretano substitui aço em carros na Competição Baja SAE BRASIL- Petrobras

30 01 2008

Competição reunirá cerca de 800 estudantes de engenharia de 13 estados, além do Distrito Federal, Colômbia e Venezuela.

Paixão e busca de conhecimento e experiência são os principais combustíveis que movem os mais de 100 universitários cariocas e capixabas que desde 2007 trabalham na construção de 9 carros off-road, conhecidos como Baja SAE, para disputar a XIV Competição Baja SAE BRASIL-Petrobras. Iniciativa da SAE BRASIL – Sociedade de Engenheiros da Mobilidade, a competição de engenharia será realizada no ECPA (Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo), em Piracicaba, SP, entre os dias 13 e 16 de março.

Baja SAE

O Rio de Janeiro é o terceiro estado com maior participação, atrás de São Paulo e o Rio Grande do Sul. Apesar de 70% dos integrantes serem calouros, a equipe Tuffão, da Universidade Federal Fluminense (UFF), investe para melhorar o resultado do ano passado, quando ficou em 30º lugar. Uma das medidas foi reduzir em 25% o peso do veículo (agora com 150 kg), com a substituição de materiais, como aço, por nylon e poliuretano.

O Espírito Santo será representado por duas equipes (Vitória Baja I e Vitória Baja II), da Universidade Federal do Espírito Santo. Entre as inovações, os estudantes apostaram em sistema eletrônico de aquisição de dados, que informa a velocidade, rotação do motor, tempo que o motor ficou ligado, quilometragem percorrida e consumo instantâneo de combustível; sistema de CVT (transmissão contínua variável) desenvolvido para o Baja; suspensão com regulagem de altura; sistema de calibragem de pneus traseiros que pode ser ajustado pelo piloto; caixa de 2 marchas automática em série com CVT; e carenagem em poliuretano.

“Cada solução aplicada nos carros e que responde bem aos testes nos incentiva a investir mais em inovações”, afirma Rafael Mattedi, capitão da equipe Vitória Baja II. Nas últimas duas edições da competição, a equipe Vitória Baja II ficou com a 8ª colocação.

A Competição começou neste mês de janeiro, com o envio de relatórios técnicos de cada projeto para a SAE BRASIL, e agora segue com o desenvolvimento e construção dos veículos quase sempre dentro das instituições de ensino. Ao chegarem em Piracicaba, os Baja SAE serão submetidos a avaliações de segurança, aceleração, velocidade, manobrabilidade, tração e um enduro de resistência, com quatro horas de duração, realizado em pista de terra cheia de obstáculos. Além disso, a partir deste ano, as equipes deverão apresentar o projeto para uma banca de juízes, especialistas da indústria.

REFERÊNCIA:
PORTAL FATOR BRASIL. Estudantes cariocas e capixabas constroem nove carros para a Competição Baja SAE BRASIL- Petrobras. Disponível em: <http://www.revistafator.com.br>. Acesso em: 30 Jan 2008