SP: vistoria flagra lojas vendendo colchões sem selo do Inmetro

10 04 2014

REFERÊNCIA
BOM DIA BRASIL. SP: vistoria flagra lojas vendendo colchões sem selo do Inmetro. Disponível em: <g1.globo.com> Acesso: 10 Abr 2014.


Colchões fora dos padrões exigidos pelo Inmetro podem causar prejuízo e problemas para a saúde, como dor na lombar e cara de sono.

Uma vistoria em São Paulo mostra que mais da metade das lojas vendem colchões fora dos padrões de qualidade exigidos pelo Inmetro, e isso pode causar prejuízo e problemas para a saúde, como aquela dor na lombar que incomoda o dia inteiro e aquela cara de sono.

Desde agosto do ano passado, os fabricantes são obrigados a se adequar às normas para garantir a qualidade do produto, mas uma fiscalização em São Paulo mostrou que ainda tem muito colchão sem o selo de qualidade.

É um massacre por um bom motivo. Esmagar a espuma do colchão faz parte de um teste que simula o deita e levanta de uma pessoa. “Esse é um ensaio de fadiga dinâmica no qual ele vai avaliar o uso continuo do colchão”, explica o técnico Matheus Fonseca.

Além desse teste, outros seis são realizados só na espuma. E há mais dois, pra analisar as dimensões do colchão e a embalagem. E outros quatro só para o revestimento. Um deles verifica até que ponto o tecido resiste antes de se romper, de rasgar.

Os teste foram estabelecidos pelo Inmetro e laboratórios credenciados fazem as análises. Se tudo estiver certo, dentro das normas, o fabricante recebe um certificado e consegue o selo do Inmetro. É ele que atesta a qualidade do produto.

As exigências começaram a valer em agosto do ano passado e só para colchão de espuma.
As fábricas tiveram até fevereiro para se adequar, mas em uma fiscalização recente em São Paulo muitas lojas foram flagradas vendendo colchão fora dos padrões. Dos 76 locais visitados no estado, pelas equipes do Ipem – o Instituto de Pesos e Medidas – 44 tinham colchão sem o selo do Inmetro.

O que não tiver a fabricação com o selo, esse produto é autuado, vai de R$ 800 a R$ 30 mil a multa e na reincidência, dobra, com a apreensão do produto”, afirma o superintendente do Ipem Alexandre Modonezi.

Por enquanto, o selo do Inmetro não é exigido para os colchões de mola. Só para os de espuma.

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Empresa anuncia colchão inteligente capaz de melhorar o sono

11 01 2014

REFERÊNCIA
OLHAR DIGITAL. Empresa anuncia colchão inteligente capaz de melhorar o sono. Disponível em: <olhardigital.uol.com.br> Acesso: 10 Jan 2014.


A onda da tecnologia pessoal é o “eu quantificado”. Pulseiras, relógios, celulares e óculos inteligentes, captam dados do usuário a todo momento para sugerir melhorias de vida. Por que não um colchão inteligente, também? Pensando nisso, a Sleep Number anunciou o x12, um colchão inteligente de US$ 8 mil.

Apresentado na CES 2014, o x12 é equipado com um sistema chamado “Sleep IQ”, que pode monitorar seu sono com precisão e também fazer ajustes na cama para melhorar a qualidade do seu descanso.

Os sensores no colchão são capazes de medir a respiração, os batimentos cardíacos e os movimentos noturnos. Os dados são enviados ao smartphone ou outro dispositivo para visualização simplificada. A cama é capaz até mesmo de fazer sugestões de como dormir melhor.

Como outros produtos não-smart da Sleep Number, o colchão também é ajustável, permitindo que cada parte da cama seja levantada ou abaixada separadamente. A cama é tem até mesmo um botão chamado “Partner Snore”, feito para ser apertado quando seu parceiro está roncando. Ele ajusta a parte da cabeça em 6 graus, o que, segundo o Digital Trends, normalmente é suficiente para parar o ronco.

Outros recursos são as luzes inferiores programadas para serem ligadas ou desligadas quando você sobe ou desce da cama e ainda é capaz de massagear o usuário.





E se não existisse plástico?

14 04 2013

REFERÊNCIA
SUPER INTERESSANTE. E se não existisse plástico?. Disponível em:<super.abril.com.br> Acesso: 13 Mar 2013.


Produziríamos tanto lixo quanto e continuaríamos poluindo – mas com outros materiais. A maior vantagem, na prática, é que alguns aparelhos seriam mais bonitos

A natureza estaria livre de dejetos que demoram até 450 anos para se decompor. Haja lixo. A Associação Brasileira da Indústria do Plástico prevê que cada brasileiro consumirá 46 kg de plástico em 2015. Um mundo sem ele seria, então, o Éden dos ambientalistas? Nem tanto. Sem as vantagens do plástico, nossos alimentos teriam menos segurança e os aparelhos eletrônicos se pareceriam com as televisões dos nossos avós. Além disso, haveria mais gente vivendo no campo. Seria uma viagem no tempo. “O plástico é relativamente novo. Seu uso em larga escala não tem nem um século”, diz a pesquisadora Mara Lúcia Siqueira, do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas. Em 1950, a produção mundial era de 1,5 milhão de toneladas, uma mixaria se comparada às atuais 265 milhões de toneladas por ano.

Sem o plástico, voltaríamos a usar mais vidro, papel e madeira. O que, por outro lado, poderia gerar novos problemas. Se hoje a taxa de devastação da Amazônia brasileira é de 18%, em um mundo sem plástico ela seria maior. Afinal, continuaríamos consumindo e poluindo. E a economia sofreria um baque. Nos Estados Unidos, a Associação da Indústria do Plástico estima que ele empregue 900 mil pessoas e movimente US$ 341 bilhões por ano. Só o Brasil exportou US$ 1,5 bilhão e importou US$ 3,3 bilhões em produtos plásticos em 2011. Eles vão de embalagens a materiais de construção e até sandálias femininas. Diga alô aos tamancos!

Vida de plástico
Voltaríamos no tempo como na série Mad Men. Só para ver que ele não é tão vilão

Volta ao campo
Sem o plástico, e com o uso alternativo de materiais de origem vegetal, haveria mais empregos nas zonas rurais para abastecer a demanda. O trabalho seria puxado. O plástico trouxe muitas facilidades à agricultura. Por exemplo, sistemas de irrigação levam plástico nas mangueiras, dutos e canais. Sem ele (e sem as estufas, que também têm plástico), seríamos mais dependentes do clima. Assim, a variedade de comida no mercado diminuiria.

Futuro de vidro
O bioplástico, feito à base de amido de milho, entre outros, seria uma alternativa sustentável popular. Mas ele custa até quatro vezes mais que plástico, então encareceria muitos produtos. Além dele, teríamos mais vidro, em várias formas. Cientistas franceses criaram um material orgânico e maleável com as mesmas propriedades do vidro tradicional.

Monitor de mogno
Computadores seriam de metal ou madeira, com dispositivos internos adaptados à nova realidade, feitos de silicone, por exemplo. De madeira também seriam os fones de ouvido, como os da marca thinksound. E todos trabalhariam como a americana Beth Terry, autora do livro Plastic-Free (sem versão no Brasil). Ela abandonou canetas de plástico, adotando lápis e caneta tinteiro. Canecas substituiriam copos descartáveis. E a falta da garrafa térmica impulsionaria o café fresquinho. Viva!

Pau na máquina
Sem plástico, aparelhos eletrônicos poderiam ser mais pesados. Isso porque eles teriam madeira no lugar, como os eletrodomésticos de antigamente. Ao mesmo tempo, parafernálias que hoje são excêntricas seriam normais, como o eco-amp, um amplificador para iPhone de papelão, ou ainda as capas de cortiça para tablets.

Aumente a garagem
Automóveis seriam parecidos com os grandões da década de 1950, feitos quase inteiramente de aço. Hoje em dia, o plástico está em 50% da composição dos veículos. Eliminando-o, os carros pesariam o dobro e, consequentemente, gastariam até 35% a mais de combustível. Quanto mais pesado um automóvel, mais poluente.

Vilão carismático
A ilha de lixo do Pacífico, composta basicamente de plástico, seria muito menor. Mas as vitórias verdes seriam poucas. Sem plástico, usaríamos mais borracha e alumínio, que demoram até 500 anos para se decompor. “O que está errado é o exagero do uso”, diz Monica Pilz, coordenadora do Instituto 5 Elementos, que divulga práticas sustentáveis.

Fontes:
Conselho Americano de Química; Mara Lúcia Siqueira, pesquisadora do Laboratório de Embalagem e Acondicionamento do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT); Monica Pilz, coordenadora do Instituto 5 Elementos; Plastic-Free: How I Kicked the Plastic Habit and How You Can Too, de Beth Terry





Médico descarta intoxicação grave após acidente com TDI

25 01 2013

REFERÊNCIA

SURGIU. Médico descarta intoxicação grave após acidente na BR 101 em Fundão. Disponível em:<http://surgiu.com.br/> Acesso: 24 Jan 2013.


O médico responsável pelo atendimento dos moradores da região de Santiago, na Serra, descartou o risco de intoxicação grave em decorrência do acidente com uma carreta que transportava uma carga tóxica no início da semana, na BR-101. Cerca de 30 moradores chegaram a ser atendidos com suspeita de intoxicação após contato muito próximo com o produto derramado na rodovia.

Monteveler explicou que o Diisocianato de Tolueno, que era transportado pela carreta, gera crise de respiração aguda e pode queimar a pele. De acordo com o médico, os riscos são mais altos no momento em que a pessoa entra em contato com o produto. “Não há registro de intoxicação grave e não foram necessárias internações em decorrência de contaminação. Os sintomas causados são imediatos e desaparecem gradualmente”, disse.

O médico explicou ainda que, após o acidente, uma equipe da secretaria de Saúde da Serra esteve na região para orientar os moradores. Aqueles que apresentaram sintomas como náuseas e irritação na garganta passaram por exames laboratoriais.

Lema está concluindo relatório

De acordo com o Instituto Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Iema), a multa a ser aplicada à empresa responsável pelo carregamento somente será definida após a conclusão do relatório que deverá apontar os danos ambientais causados pelo acidente. A previsão é de que o relatório seja concluído no início da próxima semana.

O caso

O Km 238, da BR 101 Norte, em Fundão ficou interditado por quase 30 horas, após o tombamento de uma carreta que transportava latões de diisocianato de tolueno, produto químico-industrial altamente tóxico e inflamável. O acidente aconteceu por volta das 07h30, desta segunda-feira (21), e a pista só foi liberada na manhã desta terça (22).

De acordo com a PRF, a carreta seguia no sentido Vitória / Linhares. Ao encontrar trânsito lento na altura de Timbuí, o motorista da carreta jogou o veículo para o acostamento para não colidir com outros veículos que estavam na pista. Mesmo com o desvio, a carreta bateu em um caminhão e em um poste.

Com o impacto da batida, os latões contendo o produto tóxico caíram sobre a pista, que precisou ser interditada. De acordo com a PRF, o isolamento atingiu uma área de 800 metros.





Preserv lança preservativo de poliuretano com tecnologia japonesa

9 10 2011

REFERÊNCIA:
COMUNIQUE-SE. Preserv lança preservativo de poliuretano com tecnologia japonesa. Disponível em <www.comunique-se.com.br>. Acesso: 09 Out 2011


A Linha Preserv, da indústria farmacêutica BLAU, inova mais uma vez ao lançar o Preserv Extra Premium com largura nominal de 58 mm, comprimento de 190 mm e lubrificação a base de água. Único produto do mercado brasileiro de Poliuretano e tecnologia japonesa, o preservativo chega para atender aos alérgicos ao látex e quem busca um preservativo de qualidade, durabilidade e que ofereça mais conforto e sensibilidade durante a relação.

Para apresentar o Preserv Extra Premium, a Preserv investiu em uma embalagem especial com tons preto e dourado. Definido como um produto Premium, o preservativo de poliuretano se diferencia dos concorrentes tanto nas características quanto no visual.





Cientistas criam espuma de titânio

7 10 2010

REFERÊNCIA:
OLHAR DIGITAL. Esqueleto de Wolverine: cientistas criam espuma de titânio. Disponível em: <http://olhardigital.uol.com.br>. Acesso: 06 Out 2010.


Projeto alemão pesquisa implantes de ossos mais flexíveis e que se adequam melhor ao osso danificado

Se você já assistiu a saga dos X-Men deve saber que a indestrutibilidade de Wolverine se deve ao adamantium que percorre seu corpo por conta de um experimento de laboratório. No entanto, se tudo der certo, Wolverine não será o único com metal fundido no esqueleto.

Um projeto alemão chamado de TiFoam em curso nos laboratórios do Instituito Fraunhofer está estudando o uso de uma espuma de titânio para substituir ou reforçar ossos danificados.

Geralmente, os implantes ósseos são feitos com metal sólido – titânio, na maioria das vezes. O material é bem tolerado pelo organismo, mas também é mais rígido que os ossos. Por esse motivo, o implante é capaz de carregar uma carga maior que o osso colocado ao lado dele. Segundo os cientistas, isso pode fazer com que o osso vá se deteriorando e o implante solte, sendo necessário substituí-lo.

Para mudar isso, os cientistas criaram um implante de titânio com uma estrutura de espuma, o que permite melhores propriedades mecânicas, como flexibilidade. Além disso, a estrutura porosa permite que o osso cresça em torno e dentro dela, integrando o implante ao esqueleto.

A estrutura é feita de titânio vindo da saturação de espuma de poliuretano com solução de titânio em pó e agentes de ligação. Após o processo, o titânio adere à matriz de poliuretano, que é vaporizada junto com os agentes de ligação. Ao final, o titânio é tratado termicamente para endurecer.

Por enquanto, os estudos ainda estão sendo feitos para aprovação de uso em seres humanos, mas o cientistas estão trabalhando com médicos para explorar o uso no tratamento de determinadas lesões.





Prótese mamária revestida com Poliuretano é uma das mais seguras do mundo

5 06 2010

REFERÊNCIA:
BLOG DO DR. LEANDRO GARCIA. Prótese mamária revestida com Poliuretano. Disponível em: <www.leandrogarciacarvalho.com.br>. Acesso em: 5 Junho 2010.
Imagem: Revista Brasileira de Cirurgia plástica


Desde o começo, as próteses mamárias de silicone introduzidas no arsenal da cirurgia plástica têm passado por inúmeras modificações, tanto no aspecto industrial, tanto nas táticas cirúrgicas, no sentido de minimizar os efeitos adversos e maximizar os resultados obtidos.

Continuamente, as variações de densidade do gel, as barreiras de proteção para reduzir a transudação, assim como formatos e volumes, têm sido também modificados. O mais avançado progresso nas últimas décadas foi o do revestimento de poliuretano vulcanizado na superfície dos implantes, que determinou uma efetiva redução nos índices de retração capsular, considerado o principal efeito adverso no uso dos implantes mamários de silicone.

Prótese mamária com gel coesivo e superfície com espuma de poliuretano.

A alta coesividade proporciona mais segurança em razão de não deixar que o silicone se espalhe pelo corpo em lugares indesejados no caso de ruptura.

Além disso, a prótese revestida com poliuretano possui a menor taxa de contratura do mercado e é uma tecnologia nacional que está entre as melhores do mundo.

O uso de próteses mamárias preenchidas com silicone coesivo e revestidas com película de poliuretano, apesar da maior dificuldade de manipulação, tem se mostrado uma excelente indicação para uso em aumento mamário, reconstruções, mastopexias e cirurgias secundárias, com contraturas capsulares graves.

Desde o começo, as próteses mamárias de silicone introduzidas no arsenal da cirurgia plástica têm passado por inúmeras modificações, tanto no aspecto industrial, tanto nas táticas cirúrgicas, no sentido de minimizar os efeitos adversos e maximizar os resultados obtidos.

Continuamente, as variações de densidade do gel, as barreiras de proteção para reduzir a transudação, assim como formatos e volumes, têm sido também modificados. O mais avançado progresso nas últimas décadas foi o do revestimento de poliuretano vulcanizado na superfície dos implantes, que determinou uma efetiva redução nos índices de retração capsular, considerado o principal efeito adverso no uso dos implantes mamários de silicone.

A alta coesividade proporciona mais segurança em razão de não deixar que o silicone se espalhe pelo corpo em lugares indesejados no caso de ruptura.

Além disso, a prótese revestida com poliuretano possui a menor taxa de contratura do mercado e é uma tecnologia nacional que está entre as melhores do mundo.

O uso de próteses mamárias preenchidas com silicone coesivo e revestidas com película de poliuretano, apesar da maior dificuldade de manipulação, tem se mostrado uma excelente indicação para uso em aumento mamário, reconstruções, mastopexias e cirurgias secundárias, com contraturas capsulares graves.

Leia mais a respeito no site da Revista brasileira da Cirurgia Plástica.