Cientistas criam espuma de titânio

7 10 2010

REFERÊNCIA:
OLHAR DIGITAL. Esqueleto de Wolverine: cientistas criam espuma de titânio. Disponível em: <http://olhardigital.uol.com.br>. Acesso: 06 Out 2010.


Projeto alemão pesquisa implantes de ossos mais flexíveis e que se adequam melhor ao osso danificado

Se você já assistiu a saga dos X-Men deve saber que a indestrutibilidade de Wolverine se deve ao adamantium que percorre seu corpo por conta de um experimento de laboratório. No entanto, se tudo der certo, Wolverine não será o único com metal fundido no esqueleto.

Um projeto alemão chamado de TiFoam em curso nos laboratórios do Instituito Fraunhofer está estudando o uso de uma espuma de titânio para substituir ou reforçar ossos danificados.

Geralmente, os implantes ósseos são feitos com metal sólido – titânio, na maioria das vezes. O material é bem tolerado pelo organismo, mas também é mais rígido que os ossos. Por esse motivo, o implante é capaz de carregar uma carga maior que o osso colocado ao lado dele. Segundo os cientistas, isso pode fazer com que o osso vá se deteriorando e o implante solte, sendo necessário substituí-lo.

Para mudar isso, os cientistas criaram um implante de titânio com uma estrutura de espuma, o que permite melhores propriedades mecânicas, como flexibilidade. Além disso, a estrutura porosa permite que o osso cresça em torno e dentro dela, integrando o implante ao esqueleto.

A estrutura é feita de titânio vindo da saturação de espuma de poliuretano com solução de titânio em pó e agentes de ligação. Após o processo, o titânio adere à matriz de poliuretano, que é vaporizada junto com os agentes de ligação. Ao final, o titânio é tratado termicamente para endurecer.

Por enquanto, os estudos ainda estão sendo feitos para aprovação de uso em seres humanos, mas o cientistas estão trabalhando com médicos para explorar o uso no tratamento de determinadas lesões.

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Prótese mamária revestida com Poliuretano é uma das mais seguras do mundo

5 06 2010

REFERÊNCIA:
BLOG DO DR. LEANDRO GARCIA. Prótese mamária revestida com Poliuretano. Disponível em: <www.leandrogarciacarvalho.com.br>. Acesso em: 5 Junho 2010.
Imagem: Revista Brasileira de Cirurgia plástica


Desde o começo, as próteses mamárias de silicone introduzidas no arsenal da cirurgia plástica têm passado por inúmeras modificações, tanto no aspecto industrial, tanto nas táticas cirúrgicas, no sentido de minimizar os efeitos adversos e maximizar os resultados obtidos.

Continuamente, as variações de densidade do gel, as barreiras de proteção para reduzir a transudação, assim como formatos e volumes, têm sido também modificados. O mais avançado progresso nas últimas décadas foi o do revestimento de poliuretano vulcanizado na superfície dos implantes, que determinou uma efetiva redução nos índices de retração capsular, considerado o principal efeito adverso no uso dos implantes mamários de silicone.

Prótese mamária com gel coesivo e superfície com espuma de poliuretano.

A alta coesividade proporciona mais segurança em razão de não deixar que o silicone se espalhe pelo corpo em lugares indesejados no caso de ruptura.

Além disso, a prótese revestida com poliuretano possui a menor taxa de contratura do mercado e é uma tecnologia nacional que está entre as melhores do mundo.

O uso de próteses mamárias preenchidas com silicone coesivo e revestidas com película de poliuretano, apesar da maior dificuldade de manipulação, tem se mostrado uma excelente indicação para uso em aumento mamário, reconstruções, mastopexias e cirurgias secundárias, com contraturas capsulares graves.

Desde o começo, as próteses mamárias de silicone introduzidas no arsenal da cirurgia plástica têm passado por inúmeras modificações, tanto no aspecto industrial, tanto nas táticas cirúrgicas, no sentido de minimizar os efeitos adversos e maximizar os resultados obtidos.

Continuamente, as variações de densidade do gel, as barreiras de proteção para reduzir a transudação, assim como formatos e volumes, têm sido também modificados. O mais avançado progresso nas últimas décadas foi o do revestimento de poliuretano vulcanizado na superfície dos implantes, que determinou uma efetiva redução nos índices de retração capsular, considerado o principal efeito adverso no uso dos implantes mamários de silicone.

A alta coesividade proporciona mais segurança em razão de não deixar que o silicone se espalhe pelo corpo em lugares indesejados no caso de ruptura.

Além disso, a prótese revestida com poliuretano possui a menor taxa de contratura do mercado e é uma tecnologia nacional que está entre as melhores do mundo.

O uso de próteses mamárias preenchidas com silicone coesivo e revestidas com película de poliuretano, apesar da maior dificuldade de manipulação, tem se mostrado uma excelente indicação para uso em aumento mamário, reconstruções, mastopexias e cirurgias secundárias, com contraturas capsulares graves.

Leia mais a respeito no site da Revista brasileira da Cirurgia Plástica.