Cientistas entenderam o papel do sono na formação das memórias

17 06 2014

Não há nada melhor para a sua memória do que uma boa noite de sono – é isso o que indica um novo estudo feito por cientistas chineses e norte-americanos publicado na Science.

Não é exatamente novidade que dormir bem ajuda no aprendizado e na memória. O que o estudo conseguiu foi ver o que acontece dentro do nosso cérebro enquanto dormimos – as sinapses que ocorrem durante o sono.

Os pesquisadores ensinaram camundongos a andar no topo de uma haste rotativa. Enquanto isso, observaram dentro do cérebro deles com um microscópio para entender o que acontecia quando eles estavam dormindo – ou quando não dormiam. Assim, eles perceberam que os camundongos que dormiam mais formavam mais conexões entre neurônios – as sinapses – do que os outros.

Eles também perceberam que o sono profundo é fundamental para a formação da memória – nesse estágio, o cérebro faz um replay do que aconteceu em outros momentos do dia. É assim, então, que o aprendizado se estabelece.

Portanto, não se esqueça: perder uma noite de sono para estudar para uma prova pode até fazer você rever uma ou outra coisa de uma matéria, mas não é nem um pouco indicado para quem quer realmente aprender. [BBC]


REFERÊNCIA
JUNQUEIRA, Daniel. GIZMODO BRASIL. Cientistas entenderam o papel do sono na formação das memórias Disponível em: <gizmodo.uol.com.br> Acesso: 17 Jun 2014.





Portugal conquista o mundo com ‘colchão do futuro’

14 06 2014

Uma empresa portuguesa está a conquistar o interesse de alguns dos principais mercados internacionais com um produto inédito e 100% nacional. A mesma consiste num colchão “totalmente manufaturado e personalizado” com lençóis incorporados, que visa elevar o objeto sobre o qual dormimos ao estatuto de peça de decoração e design.

Persono

Persono

A ideia é da empresa portuguesa Persono e foi apresentada ao público na feira internacional Maison et Objet 2014, em França. Pelo nome ‘Glamour Built-in Sheet‘, o inovador colchão conta com uma capa de proteção e lençol de baixo, cuja ligação impede com que estes fiquem com as habituais rugas e acabem por sair do sítio.

Além disso, como explica em comunicado, o produto é revestido por veludos acolchoados, com propriedades retardantes de chama, contando ainda com quatro bolsos com fechos Swarovski Elements para guardar objetos pessoais.

A inovação surgiu em sequência das afirmações dos consumidores, para quem os “colchões da Persono eram tão belos que era uma pena ficarem escondidos pelos lençóis”. Depois de alguma investigação e trabalho, a marca idealizou um produto que aliasse também esta exigência visual. O resultado foi um colchão que “parece ser coisa do futuro ou ideia de outros”, mas que, na verdade, é 100% português.


REFERÊNCIA
BOAS NOTÍCIAS. Portugal conquista o mundo com ‘colchão do futuro’. Disponível em: <boasnoticias.pt> Acesso: 14 Jun 2014.





SP: vistoria flagra lojas vendendo colchões sem selo do Inmetro

10 04 2014

REFERÊNCIA
BOM DIA BRASIL. SP: vistoria flagra lojas vendendo colchões sem selo do Inmetro. Disponível em: <g1.globo.com> Acesso: 10 Abr 2014.


Colchões fora dos padrões exigidos pelo Inmetro podem causar prejuízo e problemas para a saúde, como dor na lombar e cara de sono.

Uma vistoria em São Paulo mostra que mais da metade das lojas vendem colchões fora dos padrões de qualidade exigidos pelo Inmetro, e isso pode causar prejuízo e problemas para a saúde, como aquela dor na lombar que incomoda o dia inteiro e aquela cara de sono.

Desde agosto do ano passado, os fabricantes são obrigados a se adequar às normas para garantir a qualidade do produto, mas uma fiscalização em São Paulo mostrou que ainda tem muito colchão sem o selo de qualidade.

É um massacre por um bom motivo. Esmagar a espuma do colchão faz parte de um teste que simula o deita e levanta de uma pessoa. “Esse é um ensaio de fadiga dinâmica no qual ele vai avaliar o uso continuo do colchão”, explica o técnico Matheus Fonseca.

Além desse teste, outros seis são realizados só na espuma. E há mais dois, pra analisar as dimensões do colchão e a embalagem. E outros quatro só para o revestimento. Um deles verifica até que ponto o tecido resiste antes de se romper, de rasgar.

Os teste foram estabelecidos pelo Inmetro e laboratórios credenciados fazem as análises. Se tudo estiver certo, dentro das normas, o fabricante recebe um certificado e consegue o selo do Inmetro. É ele que atesta a qualidade do produto.

As exigências começaram a valer em agosto do ano passado e só para colchão de espuma.
As fábricas tiveram até fevereiro para se adequar, mas em uma fiscalização recente em São Paulo muitas lojas foram flagradas vendendo colchão fora dos padrões. Dos 76 locais visitados no estado, pelas equipes do Ipem – o Instituto de Pesos e Medidas – 44 tinham colchão sem o selo do Inmetro.

O que não tiver a fabricação com o selo, esse produto é autuado, vai de R$ 800 a R$ 30 mil a multa e na reincidência, dobra, com a apreensão do produto”, afirma o superintendente do Ipem Alexandre Modonezi.

Por enquanto, o selo do Inmetro não é exigido para os colchões de mola. Só para os de espuma.





Empresa anuncia colchão inteligente capaz de melhorar o sono

11 01 2014

REFERÊNCIA
OLHAR DIGITAL. Empresa anuncia colchão inteligente capaz de melhorar o sono. Disponível em: <olhardigital.uol.com.br> Acesso: 10 Jan 2014.


A onda da tecnologia pessoal é o “eu quantificado”. Pulseiras, relógios, celulares e óculos inteligentes, captam dados do usuário a todo momento para sugerir melhorias de vida. Por que não um colchão inteligente, também? Pensando nisso, a Sleep Number anunciou o x12, um colchão inteligente de US$ 8 mil.

Apresentado na CES 2014, o x12 é equipado com um sistema chamado “Sleep IQ”, que pode monitorar seu sono com precisão e também fazer ajustes na cama para melhorar a qualidade do seu descanso.

Os sensores no colchão são capazes de medir a respiração, os batimentos cardíacos e os movimentos noturnos. Os dados são enviados ao smartphone ou outro dispositivo para visualização simplificada. A cama é capaz até mesmo de fazer sugestões de como dormir melhor.

Como outros produtos não-smart da Sleep Number, o colchão também é ajustável, permitindo que cada parte da cama seja levantada ou abaixada separadamente. A cama é tem até mesmo um botão chamado “Partner Snore”, feito para ser apertado quando seu parceiro está roncando. Ele ajusta a parte da cabeça em 6 graus, o que, segundo o Digital Trends, normalmente é suficiente para parar o ronco.

Outros recursos são as luzes inferiores programadas para serem ligadas ou desligadas quando você sobe ou desce da cama e ainda é capaz de massagear o usuário.





Conforto ao extremo

15 05 2010

REFERÊNCIA:
veja.com. BUCHALLA, Anna Paula <abuchalla@abril.com.br>. Colchão cinco-estrelas em casa. Disponível em:<http://veja.abril.com.br>. Acesso em: 15 Mai 2010

Dormir em uma daquelas supercamas de hotel de luxo, firmes o suficiente para dar suporte à coluna e macias o bastante para garantir um sono doce, é um prazer que deixa saudade. “Esse item passou a ser tão valorizado pelo hóspede que hoje é destaque nas propagandas dos hotéis“, diz a arquiteta Patricia Anastassiadis

O segredo do conforto é uma combinação do que há de mais moderno em tecnologia de colchões: molas ensacadas uma a uma, espuma viscoelástica e um látex especial que não deforma, chamado talalay, dispostos em camadas. Há ainda opcionais como o pillow top – uma camada extra feita de espuma, de viscoelástico ou de minimolas que, fixada sobre o colchão, serve para aumentar a sensação de conforto e maciez. Outro mimo disponível é o revestimento de tecido antimicrobiano. Com íons de prata que matam fungos e bactérias, ele ajuda a melhorar o sono de quem sofre com alergias respiratórias.

Os modelos destinados às redes hoteleiras foram adaptados e já são vendidos no varejo. “Desenvolvemos esses produtos a pedido de clientes que dormiam bem em hotéis, mas não em casa”, diz Manoelito Junior, diretor da fabricante Serta Brasil. O problema é que a reunião de todas essas tecnologias encarece muito o colchão, colocando seu preço inicial no patamar dos 3 500 reais. A saída foi juntar não todos, mas alguns desses novos recursos nos modelos tradicionais. Segundo especialistas ouvidos por VEJA, a combinação é suficiente para garantir um bom sono. A seguir, as melhores opções para cada necessidade específica.

Para quem tem dores nas costas

Fotos divulgação


Indicação:
colchão com uma camada de molas ensacadas e outra de látex talalay ou viscoelástico

Por quê: foi-se o tempo em que colchões ortopédicos, duros como tábua, eram os mais indicados para quem tinha dores na coluna. Os colchões de látex talalay ou de viscoelástico, espuma de poliuretano desenvolvida pela Nasa, permitem que a coluna permaneça na posição correta e previnem as dores nas costas. Esses materiais amoldam-se aos contornos do corpo e, por exercerem pouca pressão contrária, são mais confortáveis
do que as espumas comuns

Preço: a partir de 1 500 reais, os de viscoelástico, e de 3 200 reais, os de látex

Para os pesadinhos

Indicação: colchão de molas ensacadas, com reforço estrutural na região da cintura, mais pillow top

Por quê: existem no varejo modelos com um sistema de três zonas de suporte: as molas da faixa central são feitas com aço mais espesso que o usado na área dos pés e da cabeceira, suportando um peso maior. O acréscimo de um pillow top com espuma viscoelástica amplia a durabilidade do colchão, já que esse material recupera o formato original quando o peso é retirado dele

Preço: a partir de 1 200 reais

Para casais com grande diferença de peso

Indicação: Colchão com uma camada de molas ensacadas e outra de viscoelástico

Por quê: para quem não pode comprar uma cama de 15 000 reais com sistemas independentes de molejo feitos sob medida, os colchões de molas ensacadas individualmente minimizam a turbulência causada pelos movimentos do parceiro mais pesado: cada mola reage de forma isolada às diferentes pressões. Ou seja, quando um se mexe, o outro não sente.
O viscoelástico, por se deformar mais do que o talalay, é a camada complementar indicada: como ele cede mais sob o parceiro gordinho e menos sob o parceiro magrinho, evita o desnível entre o casal

Preço: a partir de 1 500 reais

Para alérgicos

Indicação: colchão revestido de materiais naturais como algodão ou fibras de bambu, tratados com íons de prata

Por quê: aplicados no tecido dos colchões, os íons inibem a ação de bactérias e fungos, reduzindo os riscos de rinite, bronquite e outras manifestações alérgicas. Para evitar a proliferação desses microrganismos, recomenda-se colocar uma capa protetora 100% de algodão sobre o colchão. Por ser removível e lavável, ela reduz o contato do usuário com resíduos de pele e suor

Preço: a partir de 1 200 reais

A supercama

Com uma malha metálica que substitui o estrado, as camas da marca holandesa Auping podem não ser lá muito bonitas, mas oferecem o máximo conforto e a mais alta tecnologia. Feitas sob medida para se adequarem às articulações do dono, elas têm atestado de exclusividade: número de série, garantia eterna, ajustes individuais e, só de luxo, a aprovação da coroa holandesa. Sim, a família real da Holanda dedicou um título de excelência ao centenário da marca. Os modelos mais modernos vêm ainda com controle remoto que permite variar a inclinação das áreas em que repousam o pescoço, as costas, os joelhos e os pés. Sobre a estrutura, um colchão de molas com tecidos naturais tem canais internos de ventilação para evitar a condensação do suor. Há ainda uma versão climatizada que permite programar, nos dias frios, o aquecimento de áreas específicas. O preço do conforto? De 14 000 a 120 000 reais.





Travesseiro correto ajuda a reduzir ronco, dores e cansaço

13 11 2008

Uma boa postura e a escolha adequada do travesseiro e também do colchão ajudam a ter uma boa noite de sono. Um sono reparador, como dizem os médicos. A posição correta ou mais confortável é aquela que alinha o corpo e o pescoço, ou seja, a cabeça deve estar na mesma linha horizontal do resto do corpo.

Isso pode ser facilitado nas seguintes posições: de lado, com um travesseiro que mantenha o pescoço reto, ou com as costas apoiadas sobre o colchão, também usando um travesseiro que não deixe o pescoço muito acima da linha do corpo nem “afundado” no travesseiro, abaixo dessa linha horizontal imaginária.

É recomendável, por isso, evitar travesseiros muito duros ou muito altos. “Independentemente de a posição ser a correta, o importante é a pessoa se sentir confortável. Não adianta dormir de barriga para cima se a pessoa não acordar no dia seguinte revigorada”, alerta o ortopedista Gilberto Hiroshi Ohara, do departamento de ortopedia da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo).

Nessa linha, fica mais fácil entender por que dormir de bruços pode ser prejudicial. “A barriga para baixo faz uma pressão sobre os ombros, e a pessoa gasta energia para manter essa posição, assim como gasta energia para manter as pernas junto aos joelhos, por exemplo. Gastar energia significa não descansar durante o sono”, afirma.

Ainda segundo ele, ao longo dos anos as posições inadequadas podem gerar algum problema na coluna ou no pescoço – o famoso torcicolo. As dores podem aumentar, e o correto é procurar um médico para corrigir o problema.

Assim como um travesseiro muito alto, um colchão muito duro pode ser prejudicial. “Passamos um quarto do dia dormindo – de seis a oito horas. Um colchão duro, portanto, não favorece o sono”, diz.

Além disso, a pneumologista Luciana Palombini, do Instituto do Sono da Unifesp, lembra que não dar sustentação correta ao pescoço pode favorecer o aparecimento do ronco e da apnéia – parada momentânea da respiração durante o sono.

Para quem é alérgico, o cuidado com o travesseiro e com o colchão deve ser redobrado. A poeira, e conseqüentemente os ácaros, devem ficar bem longe. Usar capas em travesseiros e colchões e lavá-las com freqüência ajudam a diminuir a poeira, diz ela.

O ortopedista diz que as dores na coluna ou no pescoço não estão ligadas sempre à posição de dormir ou com o tamanho do travesseiro. “Pode se tratar de uma hérnia de disco ou de um tumor.” Segundo ele, uma ressonância pode diagnosticar o problema e favorecer o tratamento correto.

REFERÊNCIA:
A TRIBUNA NEWS. Travesseiro correto ajuda a reduzir ronco, dores e cansaço. Disponível em: <http://www.atribunanews.com.br>. Acesso em: 13 Nov 2008





Um bom dia depende de uma boa noite

26 08 2008

Nada como uma boa noite de sono. A frase é batida, mas muito verdadeira. Tanto é assim que passamos aproximadamente um terço de nossas vidas dormindo. Aliás, dormir é fundamental para o corpo e também para a mente. É durante esta pausa que diversas funções do organismo se equilibram, garantindo o preparo necessário para o dia seguinte. Tão importante quanto comer é dormir, principalmente para a prevenção e recuperação de diversas doenças e ainda para o aumento da expectativa de vida.

A qualidade do sono é tão essencial que pesquisadores do Instituto do Coração, em São Paulo, já demonstraram que o tratamento de distúrbios do sono, como a apnéia, pode prevenir a aterosclerose, diminuindo o risco de ataques cardíacos e acidentes vasculares. Até mesmo outro velho dito popular tem fundamento: as crianças realmente crescem enquanto dormem, pois é nesta hora que os hormônios do crescimento são liberados em maior proporção.

Seguindo o caminho inverso, noites mal-dormidas redundam em queda nos desempenhos físico e mental, entre outros problemas. Isso sem falar no comprometimento da coordenação motora, do raciocínio e da capacidade de tomar decisões. As conseqüências podem inclusive ser irreparáveis.

No volante, o sono chega a ser comparado à embriaguez. Prova disso são as cerca de 20 mil vítimas fatais de acidentes de trânsito, registradas no último anuário estatístico do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Estima-se que o sono tenha sido responsável por 20% destes óbitos. Também podem acontecer acidentes durante a operação de máquinas, pela dificuldade de concentração.
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