Ferradura de poliuretano para cavalos no jockey clube pernambucano

23 05 2010

REFERÊNCIA:
DIÁRIO DE PERNAMBUCO. Diario Esportivo. Disponível em: <http://www.diariodepernambuco.com.br>. Acesso em: 23 Maio 2010


Já estão sendo testadas no Jockey Club de Pernambuco as novas ferraduras de poliuretano, de fabricação alemã, que prometem trazer mais conforto e, consequentemente, menos traumas para os cavalos de corrida. Assim como acontece entre os humanos com os tênis apropriados para competições esportivas e caminhadas, as ferraduras de poliuretano têm a função de diminuir o impacto com o solo.





Rhodia amplia participação no setor calçadista nacional

3 05 2008

O desenvolvimento de um salto “flex” de calçado feminino e as “biqueiras” de calçados de segurança, ambos desenvolvidos em plásticos de alto desempenho e os filamentos industriais de alta tenacidade Nitya são as principais novidades da Rhodia no início de 2008 para o setor de couro, componentes e calçados do Brasil.

Essas inovações vêm se juntar às soluções lançadas recentemente, tais como aplicações de sílicas para reforço de borracha e EVA, aplicações de intermediários químicos em poliuretano para calçados, a tecnologia Rhodiaeco para curtimento de couro, além da nova versão do Solsys – um software sofisticado para ajudar na escolha do melhor sistema de solventes.

Desenvolvidos nos laboratórios da Rhodia no Brasil, que atuam em rede com os centros de pesquisa da empresa em todo o mundo, essas novidades reforçam a participação da empresa no setor. Em média, por ano, 8% do faturamento da empresa no País são obtidos com vendas de produtos e soluções que entram na fabricação de couro, componentes e calçados.
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Grupo Sintex abre nova unidade em Franca, SP

11 02 2008

O grupo Sintex, multinacional italiana que, no Brasil, tem sua matriz instalada em Boracéia, irá abrir neste semestre uma filial – e o interior de São Paulo foi novamente escolhido.

Segundo informações do presidente do grupo, Reginaldo Milbradt, a nova unidade vai funcionar em Franca. “Já empregaremos oito novos funcionários e também estamos avaliando investimentos em outros setores e regiões”, diz.

A empresa está instalada há seis anos em Boracéia e foi criada em parceria com italianos que possuem indústrias na região de Vicenza (Itália) e empresários brasileiros que possuíam grande know-how no segmento de laminados sintéticos.

No Brasil, além da matriz em Boracéia que emprega 220 pessoas, existem unidades em Birigüi (SP), Novo Hamburgo (RS) e João Pessoa (PB). A produção de Boracéia é de laminados sintéticos, isto é, couro sintético que são resinas de poliuretano (PU) e policloreto de viníla (PVC), plastificantes, aditivos e também pigmentos.

Reginaldo explica que os laminados sintéticos são utilizados por diversos setores como calçadista, moveleiro, esportivo, automobilístico, de artefatos e da construção civil.

Apesar da predominância da produção no Interior de São Paulo, o grupo possui representantes nas cincos regiões brasileiras e também faz negócios com países da América do Sul.

REFERÊNCIA:
CHAVES Reginaldo. Multinacional italiana de Boracéia abre nova unidade. Da Agência BOM DIA. Disponível em: <http://www.bomdiabauru.com.br> Acesso em: 11 Fev 2008





Poliuretano termoplástico em calçados fabricados no Rio Grande do Sul

8 01 2008

A Formax Quimiplan – Componentes para Calçados, de São Leopoldo (RS), está colocando no mercado neste mês a primeira aplicação prática do poliuretano termoplástico (TPU) para o setor desenvolvido a partir de fontes vegetais. A base orgânica do Thermogreen é soja, milho, mamona e girassol, entre outras alternativas, em substituição ao petróleo usado até agora para a produção de contrafortes e couraças (peças internas que estruturam os sapatos).

Os componentes de fontes renováveis chegam ao mercado com preço similar ao dos petroquímicos – na faixa de R$ 0,70. Os ganhos para os calçadistas estão no avanço na questão da sustentabilidade: o Thermogreen é integralmente reciclado.

O diretor da Formax, Flávio Faustini, destaca que o Thermogreen vai agregar valor e ajudar a desvincular o calçado dos custos crescentes dos derivados de petróleo. Pela mão dos fabricantes de calçados, a novidade chegará ao consumidor final com a coleção outono-inverno 2008.

“O Thermogreen é comparável ao biodiesel adotado pela frota automotiva”, disse o diretor da Formax, lembrando que a tecnologia pode ser direcionada para outros setores, como o próprio automotivo e o moveleiro. O empresário conheceu a novidade em outubro passado, em uma feira na Alemanha. A venda média mensal para a indústria calçadista é de 600 mil metros quadrados.

O custo de processamento é semelhante, tanto com a matéria-prima de origem petroquímica como a renovável (vegetal). “Talvez ocorra alguma redução com aumento do volume de produção”, destacou. A Formax tem em carteira cerca de 2,5 mil indústrias calçadistas. De acordo com o executivo, o processo de migração deve durar doze meses.

REFERÊNCIA:
ARRUDA, Guilherme. Empresa gaúcha produz sapato feito com soja e milho. Da Gazeta Mercantil. Disponível em: <http://br.invertia.com/noticias>. Acesso em: 08 Jan 2008





Plástico vegetal pode substituir petróleo na indústria calçadista

28 12 2007

Formax lança a primeira aplicação prática brasileira do TPU (poliuretano termoplástico) desenvolvido a partir de fontes vegetais, portanto renováveis. Surge na indústria calçadista a primeira aplicação prática brasileira de poliuretanos termoplásticos – TPU – desenvolvidos com base orgânica em substituição ao petróleo. A inovação vem pelas mãos da Formax Quimiplan – Componentes para Calçados Ltda., de São Leopoldo/RS, que há dez anos já desenvolve um trabalho pioneiro de reciclar resíduos de seus próprios produtos.

Agora, está lançando o Thermogreen, linha de contrafortes e couraças (peças internas que estruturam os sapatos) produzida a partir de polímeros feitos de fontes renováveis, como soja, milho, mamona e girassol, por exemplo. “O Thermogreen é a era do biodiesel chegando à indústria calçadista”, compara Flávio Faustini, diretor da Formax. A empresa é líder brasileira no fornecimento destes insumos e incorporou a busca de soluções para negócios sustentáveis a suas estratégias cotidianas.

Além de representar um avanço ambiental relevante, o novo produto tem significação comercial e econômica. Faustini destaca que o Thermogreen vai agregar valor e ajudar a desvincular o calçado dos custos crescentes dos derivados de petróleo, mantendo as propriedades e eficácia da formulação tradicional. Na prática, estes componentes, agora gerados a partir de fontes vegetais, chegam ao mercado com preço similar ao dos petroquímicos.

Os ganhos, portanto, são no sentido de avanço concreto na questão da sustentabilidade do planeta. O mundo deve consumir 16,3 bilhões de pares de calçados em 2007. Mais de 700 milhões são produzidos no Brasil. Os contrafortes, usados como reforço interno na altura do calcanhar, e as couraças, utilizadas com a mesma função sobre o peito do pé, estão em grande parte desta produção.

REFERÊNCIA:
MONITOR MERCANTIL DIGITAL. Plástico vegetal pode substituir petróleo na indústria calçadista. Disponível em: <http://www.monitormercantil.com.br>. Acesso em: 28 Dez 2007.