Ipem autua lojas de colchões em Rio Preto e Birigui

30 03 2014

REFERÊNCIA
G1. Agentes do Ipem autuam lojas de colchões em Rio Preto e Birigui. Disponível em: <g1.globo.com> Acesso:29 Mar 2014.


Agentes do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas) fiscalizam nesta sexta-feira (28) o comércio de colchões em São José do Rio Preto (SP). A ação é realizada simultaneamente na capital e em várias cidades do interior. Em Birigui (SP), de seis lojas fiscalizadas, em quatro foram encontradas irregularidades. Já em Rio Preto, de três lojas, uma tinha colchões fora dos padrões. Nestes casos, os fabricantes serão autuados e não as lojas.

O objetivo é identificar se os colchões de espuma estão de acordo com a legislação e se trazem, principalmente, todas as informações necessárias para o consumidor. O fabricante que disponibilizar no mercado o produto sem as devidas normas de qualidade, será autuado. “É importante lembrar que um colchão sem qualidade pode comprometer a saúde da pessoa“, afirma o delegado regional do Ipem, César Pereira de Menezes.

Nesta primeira fiscalização somente os fabricantes que comercializaram os colchões sem o selo do Inmetro após 7 de fevereiro de 2014 serão autuados. A norma também valerá para os comerciantes a partir de 2015, no entanto, caso o comerciante não comprove a origem ou não possua a nota fiscal do produto, este também será autuado. Os fabricantes autuados tem até dez dias para apresentar defesa e a multa pode variar de R$ 800 a R$ 30 mil.

Desde o mês passado, as fábricas de colchões são obrigadas a fornecer somente produtos com selo de qualidade. As empresas que vendem colchões vão ter um tempo a mais para se adequar à nova norma.

Um colchão de má qualidade pode gerar noites mal dormidas, indisposição e dores nas costas. Foram estes motivos que fizeram o funcionário público Mário Freire comprar um novo colchão. O investimento, segundo ele, valeu a pena e a qualidade do sono melhorou. “O colchão atendeu as minhas necessidades e agora melhorou muito o sono, acordo sem dores no corpo. A primeira coisa que verificamos foi a questão do Inmetro, o Inmetro aprovou então a gente comprou e resolveu nosso problema”, diz Mário.

Desde o dia 7 de fevereiro, fábricas e importadoras de colchões de espuma estão proibidas de fornecer produtos sem o selo do Inmetro. Para conseguir a certificação, as empresas precisam obedecer a uma série de normas, que determinam por exemplo: a densidade, a qualidade do revestimento e a vida útil dos colchões. A exigência veio depois que o próprio Inmetro realizou testes que comprovaram: 67% dos colchões brasileiros estão fora dos padrões de qualidade.

Os colchões vendidos em uma loja de Rio Preto são de fabricação própria. No local, o consumidor encontra uma infinidade de modelos, dos mais simples aos mais sofisticados. A empresa se antecipou e há dois anos e meio já fabrica colchões com selo do Inmetro. “O selo garante que a pessoa está comprando um produto de qualidade, que passaram por testes, que estão dentro da norma, então o cliente está levando a densidade correta”, diz a analista de qualidade Ariele Ziroldo Buzato.

As empresas têm o até o dia 7 de fevereiro de 2015 para vender todo estoque que não possua o selo do Inmetro e quem não cumprir a regra pode ser punido. Em uma outra loja, restam poucos colchões sem o selo e a gerente diz que desde o início do ano são comprados apenas produtos que tem o certificado de qualidade. “A partir de setembro de 2013 toda reposição já vem com selo do Inmetro, começamos a repor as mercadorias para estar dentro da norma”, afirma a gerente Daniela Pavam.

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