ABICOL repercurte nova portaria divulgada pelo INMETRO

7 07 2014

Fabricantes precisam estar atentos às especificações dos colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano

No último dia 6 de junho, o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO), divulgou em Diário Oficial da União, a Portaria nº 258, que prevê esclarecimentos sobre o Programa de Avaliação da Conformidade (PAC) para Colchões e Colchonetes de Espuma Flexível de Poliuretano.

A Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol) pede que os fabricantes se atentem aos principais pontos da divulgação complementar à Portaria nº 79, de 3 de fevereiro de 2011, que abrange os colchões de espuma flexível de poliuterano tradicionais, colchões box conjugado (ou monobloco), colchões mistos (vulgo ortopédicos), colchões auxiliares, colchonetes tradicionais e colchões terapêuticos.

De uma maneira geral, a Portaria nº 258 trouxe maior clareza para algumas lacunas da Portaria nº 79, mas é importante que avaliemos todos os artigos e consideremos expor algumas contrapropostas, para que nenhum item tratado seja inviável para o setor colchoeiro”, afirma o presidente da Abicol, Luís Fernando Ferraz.

Para Rogério Coelho, coordenador da Comissão Técnica da Abicol para assuntos de Normas e Certificações, a portaria complementar também trouxe maior transparência ao consumidor. “Os colchões que não se enquadram nas especificações por sua composição (magnética, massageadora, etc), deverão inserir na etiqueta do produto a informação de que essas propriedades não foram avaliadas pelo processo de certificação que compreende apenas a espuma”, explica.


REFERÊNCIA
DAINESE, Ivonete. ÚLTIMO INSTANTE. ABICOL repercurte nova portaria divulgada pelo INMETRO. Disponível em: <www.ultimoinstante.com.br> Acesso: 17 Jun 2014.





Colchões: Inmetro encontra irregularidades em 2,3 % de produtos

7 07 2014

O Inmetro realizou, entre os dias 2 e 6 de junho, em todo o país, por meios de seus órgãos delegados, a Operação Especial Morpheus, que verificou no comércio, em empresas fabricantes e importadoras de colchões e colchonetes de espuma flexível de poliuretano se os produtos atendem aos requisitos estabelecidos na regulamentação. Foram realizadas 647 ações de fiscalização, verificando-se 39.803 produtos. O índice de irregularidade foi de apenas 2,3 % (921 produtos).

Empresas irregulares foram notificadas e serão penalizadas, com multas que variam de R$ 100 a R$ 1,5 milhão, de acordo com o artigo 9º, estabelecido na Lei n.° 9.933/99. Os produtos irregulares foram apreendidos e serão encaminhados à destruição, após esgotadas as possibilidades de recurso. Para o comércio, a ação teve caráter de advertência e acompanhamento de mercado, já que o prazo de adequação termina somente em 7 de fevereiro de 2015.

Desde fevereiro de 2014, os produtos somente podem ser comercializados, por fabricantes e importadores, estando em conformidade com a Portaria Inmetro nº 79/2011, que estabelece os requisitos técnicos de Avaliação da Conformidade para a fabricação do produto.


REFERÊNCIA
MONITOR MERCANTIL. Colchões: Inmetro encontra irregularidades em 2,3 % de produtos. Disponível em: <www.monitormercantil.com.br> Acesso: 07 Jul 2014.





Portugal conquista o mundo com ‘colchão do futuro’

14 06 2014

Uma empresa portuguesa está a conquistar o interesse de alguns dos principais mercados internacionais com um produto inédito e 100% nacional. A mesma consiste num colchão “totalmente manufaturado e personalizado” com lençóis incorporados, que visa elevar o objeto sobre o qual dormimos ao estatuto de peça de decoração e design.

Persono

Persono

A ideia é da empresa portuguesa Persono e foi apresentada ao público na feira internacional Maison et Objet 2014, em França. Pelo nome ‘Glamour Built-in Sheet‘, o inovador colchão conta com uma capa de proteção e lençol de baixo, cuja ligação impede com que estes fiquem com as habituais rugas e acabem por sair do sítio.

Além disso, como explica em comunicado, o produto é revestido por veludos acolchoados, com propriedades retardantes de chama, contando ainda com quatro bolsos com fechos Swarovski Elements para guardar objetos pessoais.

A inovação surgiu em sequência das afirmações dos consumidores, para quem os “colchões da Persono eram tão belos que era uma pena ficarem escondidos pelos lençóis”. Depois de alguma investigação e trabalho, a marca idealizou um produto que aliasse também esta exigência visual. O resultado foi um colchão que “parece ser coisa do futuro ou ideia de outros”, mas que, na verdade, é 100% português.


REFERÊNCIA
BOAS NOTÍCIAS. Portugal conquista o mundo com ‘colchão do futuro’. Disponível em: <boasnoticias.pt> Acesso: 14 Jun 2014.





SP: vistoria flagra lojas vendendo colchões sem selo do Inmetro

10 04 2014

REFERÊNCIA
BOM DIA BRASIL. SP: vistoria flagra lojas vendendo colchões sem selo do Inmetro. Disponível em: <g1.globo.com> Acesso: 10 Abr 2014.


Colchões fora dos padrões exigidos pelo Inmetro podem causar prejuízo e problemas para a saúde, como dor na lombar e cara de sono.

Uma vistoria em São Paulo mostra que mais da metade das lojas vendem colchões fora dos padrões de qualidade exigidos pelo Inmetro, e isso pode causar prejuízo e problemas para a saúde, como aquela dor na lombar que incomoda o dia inteiro e aquela cara de sono.

Desde agosto do ano passado, os fabricantes são obrigados a se adequar às normas para garantir a qualidade do produto, mas uma fiscalização em São Paulo mostrou que ainda tem muito colchão sem o selo de qualidade.

É um massacre por um bom motivo. Esmagar a espuma do colchão faz parte de um teste que simula o deita e levanta de uma pessoa. “Esse é um ensaio de fadiga dinâmica no qual ele vai avaliar o uso continuo do colchão”, explica o técnico Matheus Fonseca.

Além desse teste, outros seis são realizados só na espuma. E há mais dois, pra analisar as dimensões do colchão e a embalagem. E outros quatro só para o revestimento. Um deles verifica até que ponto o tecido resiste antes de se romper, de rasgar.

Os teste foram estabelecidos pelo Inmetro e laboratórios credenciados fazem as análises. Se tudo estiver certo, dentro das normas, o fabricante recebe um certificado e consegue o selo do Inmetro. É ele que atesta a qualidade do produto.

As exigências começaram a valer em agosto do ano passado e só para colchão de espuma.
As fábricas tiveram até fevereiro para se adequar, mas em uma fiscalização recente em São Paulo muitas lojas foram flagradas vendendo colchão fora dos padrões. Dos 76 locais visitados no estado, pelas equipes do Ipem – o Instituto de Pesos e Medidas – 44 tinham colchão sem o selo do Inmetro.

O que não tiver a fabricação com o selo, esse produto é autuado, vai de R$ 800 a R$ 30 mil a multa e na reincidência, dobra, com a apreensão do produto”, afirma o superintendente do Ipem Alexandre Modonezi.

Por enquanto, o selo do Inmetro não é exigido para os colchões de mola. Só para os de espuma.





Ipem autua lojas de colchões em Rio Preto e Birigui

30 03 2014

REFERÊNCIA
G1. Agentes do Ipem autuam lojas de colchões em Rio Preto e Birigui. Disponível em: <g1.globo.com> Acesso:29 Mar 2014.


Agentes do Ipem (Instituto de Pesos e Medidas) fiscalizam nesta sexta-feira (28) o comércio de colchões em São José do Rio Preto (SP). A ação é realizada simultaneamente na capital e em várias cidades do interior. Em Birigui (SP), de seis lojas fiscalizadas, em quatro foram encontradas irregularidades. Já em Rio Preto, de três lojas, uma tinha colchões fora dos padrões. Nestes casos, os fabricantes serão autuados e não as lojas.

O objetivo é identificar se os colchões de espuma estão de acordo com a legislação e se trazem, principalmente, todas as informações necessárias para o consumidor. O fabricante que disponibilizar no mercado o produto sem as devidas normas de qualidade, será autuado. “É importante lembrar que um colchão sem qualidade pode comprometer a saúde da pessoa“, afirma o delegado regional do Ipem, César Pereira de Menezes.

Nesta primeira fiscalização somente os fabricantes que comercializaram os colchões sem o selo do Inmetro após 7 de fevereiro de 2014 serão autuados. A norma também valerá para os comerciantes a partir de 2015, no entanto, caso o comerciante não comprove a origem ou não possua a nota fiscal do produto, este também será autuado. Os fabricantes autuados tem até dez dias para apresentar defesa e a multa pode variar de R$ 800 a R$ 30 mil.

Desde o mês passado, as fábricas de colchões são obrigadas a fornecer somente produtos com selo de qualidade. As empresas que vendem colchões vão ter um tempo a mais para se adequar à nova norma.

Um colchão de má qualidade pode gerar noites mal dormidas, indisposição e dores nas costas. Foram estes motivos que fizeram o funcionário público Mário Freire comprar um novo colchão. O investimento, segundo ele, valeu a pena e a qualidade do sono melhorou. “O colchão atendeu as minhas necessidades e agora melhorou muito o sono, acordo sem dores no corpo. A primeira coisa que verificamos foi a questão do Inmetro, o Inmetro aprovou então a gente comprou e resolveu nosso problema”, diz Mário.

Desde o dia 7 de fevereiro, fábricas e importadoras de colchões de espuma estão proibidas de fornecer produtos sem o selo do Inmetro. Para conseguir a certificação, as empresas precisam obedecer a uma série de normas, que determinam por exemplo: a densidade, a qualidade do revestimento e a vida útil dos colchões. A exigência veio depois que o próprio Inmetro realizou testes que comprovaram: 67% dos colchões brasileiros estão fora dos padrões de qualidade.

Os colchões vendidos em uma loja de Rio Preto são de fabricação própria. No local, o consumidor encontra uma infinidade de modelos, dos mais simples aos mais sofisticados. A empresa se antecipou e há dois anos e meio já fabrica colchões com selo do Inmetro. “O selo garante que a pessoa está comprando um produto de qualidade, que passaram por testes, que estão dentro da norma, então o cliente está levando a densidade correta”, diz a analista de qualidade Ariele Ziroldo Buzato.

As empresas têm o até o dia 7 de fevereiro de 2015 para vender todo estoque que não possua o selo do Inmetro e quem não cumprir a regra pode ser punido. Em uma outra loja, restam poucos colchões sem o selo e a gerente diz que desde o início do ano são comprados apenas produtos que tem o certificado de qualidade. “A partir de setembro de 2013 toda reposição já vem com selo do Inmetro, começamos a repor as mercadorias para estar dentro da norma”, afirma a gerente Daniela Pavam.





Operação “Nana Neném”: Procon autua 23 lojas de colchão no Rio

30 03 2014

REFERÊNCIA
SIDNEY REZENDE. Procon autua 23 lojas de colchão no Rio. Disponível em: <www.sidneyrezende.com> Acesso: 29 Mar 2014.


A Secretaria de Estado de Proteção e Defesa do Consumidor (Seprocon), por meio do Procon Estadual, autuou 23 lojas de colchões nesta sexta-feira. A Operação Nana Neném tinha como objetivo verificar o cumprimento da Lei Estadual 6419/13, que proíbe a exposição de cartazes ou etiquetas de preços que deem destaque ao parcelamento da compra a prazo em detrimento do valor à vista. Os fiscais visitaram 40 estabelecimentos no Rio de Janeiro.

Em algumas lojas, os agentes do Procon não encontraram preços em produtos expostos nas vitrines, o Código de Defesa do Consumidor e o cartaz que informa o Disque Procon 151. As notas fiscais também eram emitidas sem o CNPJ da empresa.

Dos 40 estabelecimentos visitados, 17 não apresentavam irregularidades: sete lojas da Ortobom, cinco da Colchões Botafogo, quatro da Euro Colchões e uma da Copel Colchões.

Balanço da Operação Nana Neném:

1 – Ortobom (Av. Rio Branco, 53): Produtos sem preço, valor da parcela com o mesmo tamanho do valor à vista e ausência do cartaz que informa o Disque Procon 151.

2 – Euro Colchões (Rua do Ouvidor, 136): Tamanho do preço à vista menor ou igual ao valor da parcela.

3 – Ortobom (Botafogo Praia Shopping): Produtos sem preço.

4 – Euro Colchões (Botafogo Praia Shopping): Ausência de preço na vitrine e valor da parcela em tamanho maior que o preço à vista.

5 – Studio do Sono (Shopping Nova América): Produtos sem preço, colchão box só com o preço da parcela (sem o valor à vista), ofertas na vitrine e em diversos colchões, travesseiros e cômodas com o tamanho da fonte da parcela maior que o valor total.

6 – Ortobom (Rua Barata Ribeiro, 81): Ausência de preços e cartazes com preço parcelado e preço à vista no mesmo tamanho.

7 – Colchões Botafogo (Rua Maria Quitéria, 42): Ausência de preço em 14 colchões no interior da loja.

8 – Sono Bello (Boulevard 28 de Setembro, 277/loja 4): Produtos sem preço.

9 – Ortobom (Boulevard 28 de Setembro, 309): Colchão com o tamanho do preço da parcela maior que o do preço à vista e produtos sem preço.

10 – Ortobom (Av. das Américas, 5150/Carrefour): Ausência de preço na vitrine e no interior da loja.

11 – Colchões Botafogo (Shopping Via Parque): Alguns produtos no interior da loja sem especificação de preço e um produto na vitrine sem preço.

12 – Ortobom (Shopping Via Parque): Produtos no interior da loja sem preço.

13 – Colchões Botafogo (Casa Shopping): Alguns produtos sem preço no interior da loja.

14 – Copel (Casa Shopping): Produtos sem preço no interior da loja e valor da parcela maior que o preço à vista.

15 – Euro Colchões (Casa Shopping): Produtos sem preço no interior da loja e valor da parcela maior que o preço à vista.

16 – Colchões Castor (Casa Shopping): Ausência de preço na vitrine e no interior da loja.

17 – Ortobom (Rua Uruguai, 380/loja 19): Colchões expostos com o valor da parcela em fonte maior que o preço à vista e ausência de preço nos produtos.

18 – Colchões Castor (Rua Barata Ribeiro, 194/loja N): Ausência de preço nos travesseiro e lençóis, preço não legível e ostensivo nos colchões.

19 – Euro Colchões (Shopping Tijuca): Produtos sem preço e com o preço exposto em desconformidade com a lei.

20 – Euro colchões (Shopping Downtown): Preço parcelado maior que o preço à vista.

21 – Ortobom (Shopping Tijuca/Stand): Produtos sem preço, ausência do Código de Defesa do Consumidor, notas emitidas sem CNPJ e informações da loja.

22 – Ortobom (Shopping Downtown/2 lojas): Sem preço em alguns produtos.





Venda de colchão teve aumento de 12%

30 03 2014

REFERÊNCIA
MONITOR DIGITAL. Venda de colchão teve aumento de 12%, segundo associação. Disponível em: <www.monitormercantil.com.br> Acesso: 28 Mar 2014.


No penúltimo dia da 1ª Semana Nacional do Sono (14 a 21 de março), a Associação Brasileira das Indústrias de Colchões (Abicol), comemora um crescimento de 12% no período. Segundo o presidente da associação, Luis Fernando Ferraz, os bons números são um reflexo de um conjunto de situações.

As pessoas estão valorizando mais o dormir bem, além de estarem mais preocupadas com o interior da casa. Outro fator importante é a chegada do outono, quando a tendência da população é a de passar um tempo maior em ambientes mais aconchegantes como o quarto” – finalizou Ferraz.








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